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Espanha junta-se a Brasil na final da Taça das Confederações

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Espanha junta-se a Brasil na final da Taça das Confederações

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Duas horas de futebol não foram suficientes para encontrar o caminho do golo. Espanha e Itália tiveram de recorrer às grandes penalidades para garantir o direito de jogar a final da Taça das Confederações de domingo com o Brasil.

Durante o período regulamentar o sinal mais foi sempre dos transalpinos mas no tempo extra os papéis inverteram-se. A Espanha aproveitou a quebra física da seleção italiana para criar várias oportunidades de golo mas os seus jogadores estiveram desastrados na finalização.

Ao invés, no desempate da marca de onze metros foi preciso esperar pelo décimo terceiro pontapé para que alguém falhasse. Leonardo Bonucci foi o vilão para os italianos, atirando por cima da barra. Logo de seguida Jesús Navas não tremeu, colocando a Espanha pela primeira vez na final da Taça das Confederações.

A Itália jogou o encontro de Fortaleza com uma braçadeira negra em memória de Stefano Borgonovo. O antigo atacante de Milan e Fiorentina, que representou por três vezes a Squadra Azzurra, foi a mais recente vítima da esclerose lateral amiotrófica no futebol italiano.

Trata-se de uma doença neurodegenerativa que estranhamente afecta seis vezes mais os futebolistas profissionais que o resto da população em Itália.

Desde 2008 que Borgonovo sofria da doença que o deixou tetraplégico e dependente de uma máquina para respirar, apesar de apenas comunicar através do piscar de olhos, conseguiu imortalizar a sua vida na autobiografia “Atacante Nato”.