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Primeiro-ministro húngaro contesta críticas de autoritarismo

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Primeiro-ministro húngaro contesta críticas de autoritarismo

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O primeiro-ministro da Hungria esteve presente para ouvir as críticas feitas num relatório do Parlamento Europeu, apresentado, esta terça-feira, na sessão plenária em Estrasburgo.

O eurodeputado português dos Verdes, Rui Tavares, foi o relator do documento e explicou que “não só o fundamento e a extensão das alterações são pouco comuns, mas a tendência geral que existe é de uma concentração de poderes na maioria e no governo”.

Em causa estão alterações à Constituição da Hungria que são vistas como uma ameaça à democracia pela UE. O chefe do governo húngaro não reconhece a acusação de deriva autoritária.

“Este relatório é profundamente injusto para com a Hungria e o seu povo. Claramente evidencia uma duplicidade de critérios. Não reconhece e minimiza o enorme trabalho que os húngaros têm feito para reformar o país”, disse Viktor Orbàn.

Apesar do executivo de Budapeste ter feito várias emendas para responder às exigências da UE, a Hungria arrisca-se a ser penalizada com a perda de direito de voto. O relatório é votado esta quarta-feira.