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Novas questões sobre o acidente com Boeing 777 da Asiana Airlines
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Uma equipa de peritos da Coreia do Sul juntou-se esta segunda-feira, em São Francisco, à investigação iniciada pelos Estados Unidos ao acidente de avião da Asiana Airlines, que no domingo causou dois mortos e 182 feridos.

As autoridades norte-americanas informaram que o avião fez a aproximação à pista a uma velocidade “significativamente abaixo” do normal.

Segundo a Asiana Airlines, o piloto aos comandos do Boeing 777 era experiente, mas estava a ter formação naquele tipo de aparelho.

Pelo menos sessenta dos chineses que estavam a bordo do avião são estudantes e professores das províncias de Shanxi e Zhejiang, que viajavam para os Estados Unidos para um acampamento de verão e intercâmbio de estudos.

Enquanto surgem notícias de que uma das vítimas mortais terá sido atropelada na pista por um veículo de socorro, familiares dos estudantes deslocaram-se aos Estados Unidos para ficarem junto dos entes queridos.

No hospital, foram tecidos louvores às equipas de salvamento que responderam com prontidão ao desastre.

“Devo dizer que quem fez a triagem dos feridos no aeroporto, fez um trabalho fabuloso. Enviaram-nos os feridos mais graves muito rapidamente e duvido que esses feridos tivessem sobrevivido, se isso não tivesse sido feito”, afirmou uma responsável do Hospital Geral de S. Francisco.

O aparelho, comprado em março de 2006, foi objeto de reparação em junho, mas o presidente da Asiana Airlines recusou a hipótese de avaria técnica.

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