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Primeiro-ministro espanhol traído por antigo tesoureiro do PP


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Primeiro-ministro espanhol traído por antigo tesoureiro do PP

O chefe de governo espanhol beneficiou de pagamentos ilegais e esteve em contacto com o ex tesoureiro do PP até março de 2013. Pelo menos é o que revelam os documentos entregues pelo próprio Luis Bárcenas à justiça.

O conteúdo de algumas mensagens foi divulgado na edição, deste domingo, do jornal El Mundo e deitam por terra a versão apresentada por Mariano Rajoy. O primeiro-ministro foi traído pelo homem que nomeou para Tesoureiro do Partido Popular. Bárcenas que se encontra detido, desde finais de junho, decidiu por fim ao silêncio depois do porta-voz do PP no Parlamento o ter apelidado de delinquente. Confirma, agora, e pela primeira vez a existência de uma contabilidade oculta no Partido Popular espanhol e apresenta provas onde Rajoy então ministro do Governo de José Maria Aznar aparece como destinatário de pagamentos ilegais.

A oposição socialista pede explicações, mas o chefe de governo ainda não reagiu.

O porta-voz do PP, Carlos Floriano, veio, entretanto, a público dizer que “nem o Presidente, nem o partido vão ceder à chantagem de um presumível delinquente em público ou em privado.”

Bárcenas, ex-tesoureiro do PP espanhol – investigado em dois casos – começa a ser ouvido esta segunda-feira. É acusado de branqueamento de capitais, corrupção e fraude fiscal.

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