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EUA: Manifestações contra a desigualdade racial

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EUA: Manifestações contra a desigualdade racial

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O presidente norte-americano, Barack Obama, apelou à calma, após as reações à absolvição de George Zimmerman pelo tribunal da Florida.

Ao fim de 16 horas de deliberações, um júri formado por seis mulheres decidiu unanimemente que Zimmerman, de 29 anos, era inocente da morte do adolescente negro Trayvon Martin, em 2012.

O caso chocou os Estados Unidos e reacendeu o debate sobre a desigualdade racial, com a acusação de Zimmerman, de origem hispânica, a alegar que o crime derivou do preconceito.

Por todo o país registaram-se manifestações de desagrado com a sentença.

“ Existe um grande problema no nosso país. Ainda há pessoas descriminadas pelo que são. Vivemos em democracia e todos devem ter os mesmos direitos”, disse uma manifestante.

“É um erro de justiça grosseiro. Toda a gente – brancos, negros, de todas as origens – devia estar preocupada e horrorizada com esta situação”, afirmou um outro.

Em Stanford, a comunidade a que pertencia Trayvon Martin, o reverendo Lowman Oliver foi claro durante o serviço religioso:

“Levantem-se. Precisamos de nos unir e agir”, disse.