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O Atlas dos Mosquitos


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O Atlas dos Mosquitos

Num piquenique de verão, por vezes, as pessoas estão em primeiro lugar no menu dos mosquitos. Na Europa, os mosquitos estão em pleno vigor, especialmente nas regiões atingidas pelas recentes inundações.

Enquanto algumas autoridades trabalham em estratégias para combater a entrada de mosquitos, outras como a investigadora Iris Kröger e oferece o corpo aos insetos para o bem da ciência. Quer desenvolver um controle do mosquitos sustentável: “Isto é pouco falado, mas os mosquitos, mesmo que nos incomodam, fazem parte do nosso ecossistema. Até um certo ponto, temos de tolerar a sua existência. E, claro, há um aumento após as recentes inundações, mas vão desaparecer novamente. Devemos ter um pouco de calma.”

As pessoas na Áustria foram duramente atingidas pelas enchentes e não estavam entusiasmadas com os mosquitos.

Foram utilizados helicópteros para pulverizar repelente contra os milhões de insetos esperados.

O produto usado contém uma bactéria que mata as larvas. É suposto ser bio-degradável no espaço de 48 horas, mas a medida é criticada por organizações ambientais.

Enquanto isso, Iris Kröger continua com a sua investigação, a captura de mosquitos. A cada 10 dias instala novas armadilhas na mata. Pode captar entre 50 e 1500 insetos por dia usando gelo seco, para os atrair.

Vão contribuir para o “mosquito atlas”, que acompanha todas as espécies de mosquitos existentes na Alemanha. Até o momento são conhecidas 49, a maioria inofensivas, mas algumas podem transmitir doenças perigosas.

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