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PIB chinês abranda no 2° semestre

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PIB chinês abranda no 2° semestre

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A economia chinesa confirmou o abrandamento esperado no segundo trimestre de 2013. O PIB da segunda economia mundial cresceu 7,5 por cento entre abril e junho, contra 7,7 por cento nos primeiros três meses do ano. As estatísticas oficiais publicadas esta segunda-feira lançam dúvidas sobre a capacidade de Pequim conseguir manter o objetivo de crescimento em 7,5 por cento para 2013.

Nos últimos dois anos a taxa de crescimento do PIB chinês tem vindo a cair, o que muitos analistas consideram normal. Zuo Xiaolei explica que “o rápido crescimento chinês dos últimos 30 anos ficou a dever-se, sobretudo, às condições favoráveis do mercado de trabalho. Mas a situação mudou e, por isso, o potencial de crescimento também mudou.” Para a diretora da China Galaxy Securities, o país entrou numa nova fase económica, o que tem um impacto no ritmo de crescimento.

Além das consequências da crise internacional para as exportações chinesas, as autoridades de Pequim estão confrontadas com uma perda de produtividade. O novo governo prefere reformar a economia do país e apostar no consumo interno em vez continuar a apoiar as exportações e o investimento. O primeiro-ministro Li Keqiang só deverá lançar estímulos à economia se o PIB anualizado cair abaixo dos 7 por cento, um número considerado socialmente perigoso devido ao desemprego.