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Israel crítica diretiva europeia pró-palestiniana

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Israel crítica diretiva europeia pró-palestiniana

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Israel condena a adoção da diretiva europeia que exclui os territórios ocupados de qualquer cooperação ou financiamento entre a União Europeia e o Estado hebraico.

O chefe de governo fala de um ataque que lesa os interesses dos israelitas e recusa reconhecer as fronteiras definidas antes de 1967.

“Enquanto primeiro-ministro não vou permitir que milhares de israelitas que vivem em Samaria, Judeia, nos Montes Golã e em Jerusalém sejam prejudicados e não vou aceitar qualquer decreto externo” refere Benjamin Netanyahu.

Uma posição que Israel vai ter de rever para obter fundos da União Europeia, a partir de 2014.

“Os colonatos israelitas são ilegais à luz do direito internacional e a União Europeia não reconhece a soberania de Israel sobre os territórios ocupados” adianta Maja Kocijancic, porta-voz da Comissão Europeia.

Os palestinianos aplaudem a decisão da União Europeia e falam do início de uma nova era.

“Israel devia ouvir com atenção e compreender que esta ocupação não pode continuar sem qualquer tipo responsabilidade. É tempo do mundo tratar a política de ocupação, por parte de Israel, desta forma e do Estado hebraico compreender que deve deixar os palestinianos em paz” refere Hanan Ashrawi, responsável palestiniana.

O fim dos colonatos é uma das condições impostas pelos palestinianos para retomar as negociações de paz suspensas desde 2008. Um processo que o secretário de Estado norte-americano vai tentar reiniciar esta semana durante uma visita ao Médio Oriente.