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NuOffice: escritórios verdes
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Um dos grandes chavões da arquitetura e do planeamento urbano é o desenvolvimento sustentável.

O NuOffice, recém-construído em Munique é considerado um dos edifícios de escritórios mais sustentáveis ​​do mundo. A construção foi concluída em novembro de 2012. Tem um aquecimento energeticamente eficiente assim como a refrigeração, ventilação e iluminação e pretende minimizar é o impacto ambiental.

Com as empresas agora mais concentradas em reduzir a pegada ambiental, os edifícios verdes estão-se a tornar mais populares. O objetivo é usar materiais e práticas de construção ecológicas e criar uma estrutura eficiente em termos energéticos.

Hubert Haupt, dono do edifício: “Temos paredes exteriores grossas. Então não temos que o arrefecer no verão e acumulamos energia no inverno. Não precisamos aquecer muito durante os meses de inverno, o que reduz as despesas de energia do inquilino. Trabalhamos intensamente com simulações, a relação da parede e janela, porque queríamos que a saída de energia fosse ideal e, ao mesmo tempo, ter luz suficiente no edifício. Havia muitos pormenores a considerar dentro do amplo tema da sustentabilidade”.

As janelas do NuOffice são menores do que o habitual e de vidro triplo. Isso significa interiores mais frescos nos dias quentes, reduzindo a necessidade de ar condicionado, e menor necessidade de aquecimento nos dias mais frios.

Mas o maior segredo do edifício encontra-se na cave: com um sistema de aquecimento inovador.

Romano Schillinder, Engenheiro: “Tubos no interior do teto termo ativo permitem-nos regular a temperatura no interior do cimento. Aquecer ou o arrefecer a massa de betão num constante aquecimento ou arrefecimento das salas.”

O escritório está ligado ao aquecimento no inverno. No verão, a água também é utilizada para o arrefecimento. Os painéis solares no telhado ajudam às necessidades de energia elétrica.

Michael Krause:“Uma vez que o edifício foi concluído e está em funcionamento, podemos medir o uso de energia e assim calcular a eficiência energética do edifício.”

Sensores medem a temperatura e a humidade do ar, tanto dentro como fora do edifício. Esta informação é usada para regular o clima no interior.

Michael Krause: “No final do ano, esperamos um consumo de energia primária de cerca de 30 quilowatts-hora por metro quadrado e por ano. Os edifícios de escritórios novos convencionais, que não têm qualquer ambição no que toca à economia de energia oscilam entre 100 e 150 quilowatts-hora por metro quadrado e por ano.”

O baixo consumo de energia do edifício também tem outros benefícios. Já que com os preços da energia locais a aumentar mais de 50 por cento nos últimos dez anos, os edifícios verdes são uma solução bem-vinda. Em última análise, ganha o meio ambiente.

Mais info em: www.youris.com

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