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As cinzas de um Picasso roubado e o amor de mãe

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As cinzas de um Picasso roubado e o amor de mãe

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Sete quadros multimilionários de pintores como Picasso ou Matisse, roubados o ano passado em Roterdão, poderão ter terminado em cinzas, queimados na Roménia.

A revelação foi feita pelas autoridades romenas que investigam desde março as alegações da mãe de um dos ladrões, que afirma ter queimado as obras, para ilibar o filho, antes de uma rusga da polícia.

Os especialistas encontraram vestígios de tinta anterior ao século XX, chumbo e zinco na casa da mãe do criminoso, entretanto detido.

O diretor do museu nacional romeno, Ernest Oberländer-Târnoveanu, interroga-se, “qual é a razão para que encontremos estanho e chumbo amarelo nestas cinzas, a resposta não é difícil. Trata-se de um pigmento muito especial que não é habitual encontrar-se numa casa”.

As conclusões da investigação deverão ser anunciadas na próxima semana quando as sete obras roubadas em outubro passado de um museu de Roterdão permanecem desaparecidas. Três suspeitos romenos tinham sido detidos em janeiro pelas autoridades do país.