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Nações Unidas querem investigar destituição de Morsi

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Nações Unidas querem investigar destituição de Morsi

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Sexta-feira é dia de oração no Egito e de novas manifestações a favor de Mohamed Morsi.

Os apoiantes do chefe de Estado deposto mantêm-se mobilizados e acreditam que as Forças Armadas vão acabar por ceder.

Sabe-se, entretanto, que o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos pediu autorização ao Egito para investigar a destituição de Morsi. No entanto, e até ao momento, não recebeu qualquer resposta.

Em julho, o exército fez cair o sucessor de Hosni Mubarak e entregou o poder a um governo de transição nomeando, posteriormente, um presidente interino. Uma figura com a qual a Irmandade Muçulmana recusa negociar

“O chefe de Estado interino não tem capacidade para restaurar a segurança porque não tem autoridade. É o chefe das Forças Armadas que tem o poder. Estas negociações não fazem sentido e não reagimos a propostas de traidores” refere Safwat Hegazy da Irmandade Muçulmana.

A segurança foi reforçada e o exército já fez saber que não vai tolerar atos de violência.

Recorde-se que os protestos que se seguiram à queda de Morsi já provocaram dezenas de mortos.