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Barroso quer indústria de defesa europeia mais convergente

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Barroso quer indústria de defesa europeia mais convergente

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É a Israel e aos Estados Unidos que os países europeus compram aviões militares não tripulados conhecidos por drones.

Mas não poderiam estes ser produzidos no espaço da União Europeia, unindo esforços de vários países e, assim, aumentar a competitividade da indústria de defesa?

O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, defende que “de um ponto de vista económico, é importante ter um mercado interno de defesa. Permitiria desenvolver uma mais forte base industrial neste setor, bem como direcionar alguma da investigação para aplicações ligados à defesa e à segurança”.

“Do ponto de vista económico, especialmente num momento de grandes constrangimentos orçamentais, e também do ponto de vista político, precisamos de uma dimensão europeia mais forte nas áreas da defesa e segurança”, acrescentou Barroso.

O executivo europeu pretende levar esta proposta a discussão pelos 28 governos na cimeira da União Europeia, em Dezembro.

A indústria de defesa europeia emprega 400 mil pessoas e tem receitas na ordem dos 90 mil milhões de euros anuais.