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Cantora "Pussy Riot" cumpre pena até ao fim

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Cantora "Pussy Riot" cumpre pena até ao fim

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Não há liberdade condicional para Maria Alekhina. Um tribunal de segunda instância russo confirmou a recusa de liberdade condicional a uma das cantoras do grupo Pussy Riot decidida em maio. Foram condenadas a 2 anos de prisão em agosto por terem realizado uma ação de contestação no altar de uma igreja moscovita.

A russa de 25 anos expôs o caso ao tribunal de Perm por vídeo-conferência a partir da cela da prisão. A justiça não autorizou a presença da reclusa na sala de audiências.

Masha Gessen, jornalista, afirma que este é o caso de referência do que diz ser a perseguição das autoridades russas aos opositores. “Foi depois delas serem detidas que começou uma onda de detenções de pessoas ativas em protestos pacíficos”, conclui.

As três cantoras do grupo Pussy Riot foram condenadas por “hooliganismo” e “incitação ao ódio religiosos”, cantaram uma oração “punk” numa catedral de Moscovo. Uma das três saiu em liberdade condicional em Outubro.

Na segunda-feira, mais de 100 artistas internacionais, como Bono dos u2, Elton John, ou Madonna subscreveram uma carta aberta às autoridades russas a apelar à libertação das jovens.