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Protesto pró-Morsi alastram fora do Egito

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Protesto pró-Morsi alastram fora do Egito

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A influência da Irmandade Muçulmana vai para lá das fronteiras do Egito, assim como a base do seu apoio. Esta sexta-feira, do Médio Oriente a África, milhares de pessoas saíram à rua a favor da luta do movimento no Egito.

Em Amã, na Jordânia, tal como em Jerusalém e na Faixa de Gaza, após as orações, os manifestantes condenaram as ações violentas do exército e do regime egípcios. Em Hébron, na Cisjordânia, chegou a haver confrontos. Há pessoas feridas e outras foram detidas.

Mais moderada foi a intervenção de Ismail Hanyeh, líder do Hamas, quando o conflito no Egito acentua as tensões no seio do movimento radical palestiniano: “Há dois aspectos. Temos ligações educacionais, intelectuais e ideológicas com a Irmandade Muçulmana. Não o negamos e temos orgulho. Mas isso não deve ser usado para interferir nos assuntos internos dos países”.

Realizaram-se protestos de apoio aos simpatizantes de Mohammed Morsi também em Marrocos, Sudão e Paquistão, com várias islamitas a acusarem o chefe do exército egípcio, o general Adbel Fattah el-Sissi, de ser “agente ao serviço de Israel e dos Estados Unidos”.