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Palestinianos impedidos de sair de Gaza

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Palestinianos impedidos de sair de Gaza

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A fronteira de Rafah, único ponto de contacto da Faixa de Gaza com o resto do Mundo, mantém-se encerrada, por decisão das autoridades do Egito.

É uma resposta ao ataque às forças de segurança egípcias, na Península do Sinai.

Milhares de Palestinianos da Faixa de Gaza têm as suas vidas no exterior, como por exemplo, no Egipto, onde trabalham:

“A fronteira será aberta, ou não? Que vida é esta a que nos estão a impor? Estamos a viver numa gaiola, à espera do dono que nos abra a porta e nos liberte, para podermos voar” – o desespero de uma palestiana que não consegue chegar ao emprego.

Uma espera sem horizonte à vista. Um problema sem solução, apesar dos apelos dos palestinianos.

O Director-Geral de Fronteiras de Gaza diz que é a vida de quase dois milhões de pessoas que está em causa:

“A Faixa de Gaza, com 1.800 mil pessoas, tem as suas necessidades também. Precisamos que a fronteira de Rafah seja aberta, para os casos médicos, para estudar e viajar. Todas estas questões são urgentes e é um direito de todos os palestinianos, poderem viajar”.

Na base de tudo isto, está a tensão que se vive no Egito e, mais concretamente, o ataque a dois autocarros que matou 25 recrutas da polícia e feriu ainda outros dois.