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EUA, Reino Unido e França reclamam inquérito imediato a uso de armas químicas na Síria

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EUA, Reino Unido e França reclamam inquérito imediato a uso de armas químicas na Síria

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Inquietos com os novos relatos do uso de armas químicas na Síria, os Estados Unidos, a Grã-Bretanha e a França pediram uma reunião de urgência do Conselho de Segurança da ONU e a abertura imediata de uma investigação.

Após um encontro, em Istambul, da oposição no exílio, o vice-presidente da Coligação Nacional Síria, Salem Al-Meslet, disse que “o que aconteceu é inaceitável, mas o que é estranho é o silêncio da comunidade internacional. Primeiro que tudo, precisam de enviar os inspetores que estão em Damasco para os sítios exatos e não para locais que o regime escolheu”.

Um porta-voz da diplomacia europeia afirmou que as suspeitas de uso de armas químicas devem ser objeto de um inquérito “imediato e exaustivo”.

O ministro britânico dos Negócios Estrangeiros, William Hague, disse que se as afirmações da oposição síria “forem verificadas, significa uma escalada chocante no uso de armas químicas na Síria. Os responsáveis devem responder pelos atos. Espero que se torne claro que a equipa da ONU em Damasco deverá ter um acesso total às áreas em questão”.

A Rússia – aliada de Damasco – foi, mais uma vez, o único país a sair em defesa do regime de Bashar Al-Assad.

Apesar de também ter exigido uma investigação imediata, o ministério russo dos Negócios Estrangeiros sugeriu que os rebeldes poderão ter encenado o ataque para provocar as reações internacionais.