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Oposição síria denuncia "massacre" com armas químicas na periferia de Damasco

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Oposição síria denuncia "massacre" com armas químicas na periferia de Damasco

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A Coligação Nacional Síria, principal aliança da oposição, diz que as forças de Bashar al-Assad usaram esta quarta-feira armas químicas nos arredores de Damasco, no que descreve como um “massacre” que terá feito 650 mortos.

Exilado na Turquia, George Sabra, figura proeminente da oposição síria, afirma que os bombardeamentos das posições rebeldes na periferia da capital fizeram 1300 mortos.

O regime desmentiu categoricamente o recurso a armamento químico. Um porta-voz do Exército sírio afirmou, através da televisão oficial, que “as alegações são falsas e parte integrante da guerra suja conduzida por vários países através dos media, contra a Síria”.

O incidente ocorre num momento em que se encontra no país a missão das Nações Unidas encarregue de investigar o eventual uso de armas químicas durante o conflito que se prolonga desde Março de 2011 e que já fez mais de 100.000 mortos.

Os opositores de al-Assad instaram os investigadores internacionais, que chegaram à Síria no dia 18 depois de vários atrasos, a visitarem as zonas atacadas na periferia de Damasco.

A Coligação Nacional Síria diz que o regime está a restringir os movimentos da missão da ONU.