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EUA pondera intervenção armada na Síria

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EUA pondera intervenção armada na Síria

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O primeiro-ministro britânico, David Cameron, e o presidente norte-americano, afirmam estarem preocupados com os sinais crescentes de utilização de armas químicas na Síria. Ambos concordam na necessidade de impedir mais ataques desta natureza.

As declarações surgem no mesmo dia em que Obama se reuniu com os seus conselheiros para a Síria que traçaram vários cenários possíveis.

Em Istambul, Ahmed Jarba, presidente da Coligação Nacional Síria, apelou a Barack Obama, ao presidente francês François Hollande e ao primeiro-ministro britânico para assumirem responsabilidades quanto à Síria.

Igualmente na Turquia, o ministro dos negócios estrangeiros, em conjunto com o chefe da diplomacia do Qatar, apelou à intervenção do Conselho de Segurança da ONU.

“Caso o Conselho de Segurança não seja capaz de agir e como já disse anteriormente, esta não é a única opção. Caberá aos países com consciência juntarem-se e avançarem com uma nova iniciativa”, disse Ahmet Davutoglu.

Entretanto, o chefe da diplomacia norte-americana, John Kerry, já falou com o seu homólogo sírio apelando a que este autorize o acesso dos inspectores da ONU ao local dos ataques químicos.

Os Estados Unidos já aumentaram a presença naval no Mediterrâneo. Segundo o secretário norte-americano da defesa, Chuck Hagel, o Pentágono está preparado para a possibilidade de uma intervenção militar.

Para segunda-feira está previsto um encontro na Jordânia entre chefes militares norte-americanos, turcos, de alguns países europeus e árabes a fim de discutirem a situação na Síria.