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Apoiantes dos rebeldes apelam à intervenção da UE na Síria

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Apoiantes dos rebeldes apelam à intervenção da UE na Síria

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Enquanto os inspetores da ONU são alvo de disparos de atiradores furtivos, na Síria, quando se deslocavam para investigar o alegado uso de armas químicas; cerca de uma centena de pessoas que apoiam os revolucionários manifestaram-se, esta segunda-feira, em Bruxelas, para apelar a uma maior intervenção da União Europeia no conflito.

Rabea Chaar, que coordena apoio logístico à oposição, apela a uma intervenção militar. “Estamos aqui para pedir aos europeus que garantam a proteção da população da Síria, que está a ser massacrada à vista de todo o mundo. O que é feito do respeito pelos direitos humanos, do próprio sentimento humanitário?”, perguntou.

O conflito que dura há mais de dois anos já fez cerca de 90 mil mortos e levou à fuga de seis milhões de pessoas, entre deslocados internos e refugiados em países fronteiriços.

Georges Chachan, representante político dos rebeldes, também defende a intervenção militar internacional para “evitar que o que se passa na Síria alastre a toda a região do Médio Oriente”.

E acrescenta que “também é necessária uma resposta que vá além do derrube do Presidente Bashar Al-Assad. Tem de se dar assistência ao povo sírio na construção de uma Estado democrático”.

Apelos que foram entregues numa carta para a chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, que já exprimiu preocupação com as notícias do alegado massacre com armas químicas. O regime continua a negar ter levado a cabo tal ataque.