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Síria: Obama estuda opção militar e consulta aliados

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Síria: Obama estuda opção militar e consulta aliados

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A administração norte-americana pode estar a considerar uma ação militar limitada na Síria. Enquanto o Pentágono reposiciona navios de guerra no Mediterrâneo, Barack Obama conduz consultas ao mais alto nível.

Este fim de semana, o presidente norte-americano falou por telefone com o homólogo francês, François Hollande, e com o primeiro-ministro britânico, David Cameron.

O chefe da diplomacia britânica, William Hague, frisou que o Reino Unido está convencido de que “foi o regime de al-Assad que conduziu este ataque químico de larga escala. Todos os indícios apontam nessa direção, sejam os relatos de testemunhas ou o facto de a área estar sob bombardeamento das forças do regime na altura do ataque químico”.

Paris e Washington estão de acordo com a posição de Londres e partilham da opinião de que, a confirmar-se o uso de armas químicas, deverá haver “uma resposta séria da comunidade internacional”.

O ministro francês dos Negócios Estrangeiros, disse que “a partir do momento em que os factos forem provados de forma incontestável, será necessária uma resposta, […] que deve ser forte”. Laurent Fabius não quis, no entanto, explicar qual será “a forma” dessa resposta.

Em Damasco, o ministro sírio da Informação avisou, numa entrevista televisiva, que qualquer ação militar norte-americana iria “criar uma bola de fogo que iria incendiar o Médio Oriente”.