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Banco de Inglaterra pode aumentar estímulos à economia

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Banco de Inglaterra pode aumentar estímulos à economia

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O Banco de Inglaterra pode reforçar os estímulos à economia para fomentar a retoma e criar empregos. A hipótese foi evocada pelo governador Mark Carney, no primeiro discurso público.

O Banco central britânico comprometeu-se a manter a taxa de juro nos 0,5% até que o desemprego caía para 7%. Os mercados apostam numa subida das taxas em 2015.

Mas Carney afirma: “Uma possível explicação é que os mercados pensam que o desemprego caía mais depressa do que a previsão do banco. Como o objetivo da nossa política é assegurar uma retoma estável o mais depressa possível isso seria bem-vindo. Mas a política não é delineada com esperanças mas com estimativas. Nós estimamos que há uma hipótese em três de que o desemprego desça tão rapidamente”.

A taxa de desemprego está nos 7,8% e o Banco de Inglaterra espera que recue para os 7% só em 2016, tendo em conta a frágil retoma económica.

Carney foi evasivo sobre os eventuais estímulos que poderão ativar, mas uma parte dos membros da instituição opõe-se a um novo programa de compra de dívida soberana, como o que esteve em vigor entre 2009 e o ano passado.