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David Cameron justifica no parlamento a proposta de ação militar na Síria

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David Cameron justifica no parlamento a proposta de ação militar na Síria

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Com uma opinião pública maioritariamente contra a intervenção militar na Síria e os deputados divididos e céticos, David Cameron passou hoje pelo exercício de tentar convencer a câmara dos comuns a apoiar a operação internacional.

Entre os muitos argumentos, Cameron afirmou:
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi um homem que se opôs à ação no Iraque, ninguém o pode descrever como um homem que queira envolver a América em mais uma guerra no Médio Oriente. Mas ele acredita profundamente que o limite foi atingido de uma forma clara e é por isso que apoia esta ação”.

O líder trabalhista contesta a pertinência do voto quando ainda não há resultados do trabalho dos inspetores da ONU:

“Deixem-nos concluir os quatro dias de trabalho para termos as análises científicas dos peritos e depois veremos que medidas tomar com o Conselho de Segurança. Os inspetores estão a meio do trabalho sobre as armas químicas e o resultado só virá nos próximos dias, por isso esta câmara não devia estar hoje a decidir sobre uma ação militar”.

Depois de várias reuniões com os grupos parlamentares, Cameron apresentou uma proposta de princípio: a intervenção militar, só e quando a ONU tiver os resultados da missão dos investigadores que estão na Síria, mas muitos acreditam que a operação possa ser desencadeada a qualquer momento.