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Rússia reitera dúvidas sobre o uso de armas químicas na Síria

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Rússia reitera dúvidas sobre o uso de armas químicas na Síria

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A Rússia está a enviar navios de guerra de reconhecimento para o Mediterrâneo, mas o Kremlin garante que se trata de manobras regulares. Ao mesmo tempo Moscovo contesta as informações sobre o ataque com armas químicas na Síria.

O chefe da diplomacia russa, Sergey Lavrov, diz que há dúvidas sobre a proveniência das provas invocadas por Washington:

“Sim, têm sido apresentadas algumas coisas sem coordenadas geográficas, sem nomes, sem provas de que foram feitos testes profissionais… há muitas dúvidas”, afirmou.

Obama continua a tentar convencer a América e o mundo da necessidade de uma ação contra o regime de Damasco, mas luta com grande dificuldades com o congresso americano.

A Turquia, por seu lado, não só apoia a intervenção internacional na Síria, mas pede mesmo que ela ponha fim ao governo de Bashar al Assad. O primeiro-ministro, Reccep Tayyip Erdogan, disse ontem:

“Ainda que tenham sido dados alguns passos importantes, o regime sírio sente-se encorajado a cometer novos massacres e tragédias humanitárias. Pedimos aos nossos aliados que abreviem esses passos, senão teremos graves problemas”.

Erdogan tem sido um dos maiores críticos do regime sírio. Membro da NATO, a Turquia está a facilitar toda a logística e acolhe já na base de Incirlik, a sessenta quilómetros da fronteira com a Síria, mísseis de defesa provenientes da Holanda, assim como contigentes de tropas americanas.