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EUA aumentam de tom numa cimeira de divisões

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EUA aumentam de tom numa cimeira de divisões

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É um encontro que demonstra o quão dividido está o mundo acerca da Síria. Barack Obama é um presidente isolado nesta cimeira do G20, em São Petersburgo, contando apenas com o apoio declarado da França nos planos de uma incursão militar contra o regime de Bashar al-Assad.

As reuniões bilaterais sucedem-se: Obama com o presidente chinês, Xi Jiping; David Cameron com Vladimir Putin; o secretário-geral da ONU, Ban ki-Moon, com Angela Merkel, em vésperas de eleições na Alemanha. A tensão é cada vez mais evidente: a representante americana na ONU acusa Moscovo de manter sequestrado o Conselho de Segurança.

O jornalista da euronews, James Franey, relata que “no arranque da cimeira, Barack Obama não convenceu os céticos da necessidade de intervir militarmente na Síria. Segundo o presidente americano, não é a credibilidade dos Estados Unidos que está em causa, mas sim a capacidade que o Conselho de Segurança da ONU tem em gerir a ameaça das armas químicas.”