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Irmandade muçulmana deverá ser dissolvida

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Irmandade muçulmana deverá ser dissolvida

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O jornal estatal egípcio “Al-Akhbar” anunciou que o governo decidiu dissolver a Irmandade Muçulmana, grupo ligado ao presidente deposto Mohamed Morsi.

Segundo o jornal, as autoridades resolveram anular o registo de organização não-governamental uma decisão que deverá ser formalizada dentro de uma semana.

A decisão aplica-se à ONG que foi formalmente registada pela Irmandade em março, em resposta a uma ação judicial que defendeu que o movimento não tinha estatus legal.

Esta semana o presidente interino do Egito, Adly Mansour, defendeu o golpe militar que derrubou seu antecessor e disse que a principal prioridade de seu governo é restaurar a segurança.

O destino da Irmandade muçulmana está agora nas mãos da Justiça que analisa o pedido de dissolução do grupo tendo como base a acusação de que ele funciona fora da lei.

Recentemente, o primeiro-ministro interino delarouque a Irmandade deveria ter permissão para ter um partido político e ser monitorada, em vez de ser forçada à clandestinidade, como esteve por mais de 80 anos.