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Síria: UE quer resposta "clara e forte"

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Síria: UE quer resposta "clara e forte"

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A União Europeia quer uma resposta “clara e forte” contra a alegada utilização de armas químicas na Síria. Os ministros dos Negócios Estrangeiros dos 28 reuniram-se este sábado em Vílnius. O secretário de Estado americano, John Kerry, também esteve na capital da Lituânia e participou no encontro. Na declaração final, lida pela responsável da diplomacia europeia, Catherine Ashton, os Estados-membros mostraram-se unidos: “Perante o uso cínico de armas químicas a comunidade internacional não pode ficar de braços cruzados. É crucial uma resposta clara e forte para que não haja dúvidas que crimes destes são inaceitáveis e não podem ficar impunes.” Os 28 consideram existir elementos suficientes que apontam para a responsabilidade do regime de Damasco no ataque de 21 de agosto nos arredores da capital mas apelam à ONU para publicar rapidamente o resultado do inquérito.

Também este sábado, o presidente americano reiterou a vontade de fazer um uso limitado da força na Síria para evitar ataques químicos no futuro. Barack Obama explicou que pediu ao Congresso para se expressar “em que espécie de mundo quer viver e que tipo de mundo quer deixar às gerações futuras”. O Congresso americano vai reunir-se na segunda-feira. Apesar da oposição da Rússia no Conselho de Segurança da ONU, o presidente americano deverá dar ordem para atacar.