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Obama mantém ameaça militar sobre Assad

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Obama mantém ameaça militar sobre Assad

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Washington saudou o acordo obtido sobre o desmantelamento do arsenal químico sírio, mas avisa que Damasco deve respeitar os seus compromissos.

Barack Obama disse que o acordo só foi possível “em parte” devido à ameaça do uso da força contra a Síria, como punição pelo suposto uso de armas químicas contra civis a 21 de Agosto.

“Nós não vamos aceitar apenas as palavras da Rússia e a palavra de Assad. Precisamos de ver ações que provem que Assad é sério e está pronto a desistir das armas químicas. Este plano surgiu apenas com uma ameaça de uma ação militar dos EUA, e essa ameaça vai manter-se. As nossas forças militares vão continuar na região para pressionar o regime de Assad. Se a diplomacia falhar, os Estados Unidos e a comunidade internacional devem continuar preparados para agir “.

Dois influentes senadores da oposição republicana, John McCain e Lindsey Graham, rejeitaram o acordo os Estados Unidos e a Rússia.

Ambos temem que tanto os amigos como os inimigos dos EUA considerem o acordo um gesto de fraqueza por parte de Washington.

A França saudou o apoio da União Europeia, ao Estados Unidos e a Barack Obama para uma “reação forte “contra o regime sírio.

A oposição síria vê-se forçada a redefinir estratégia. Claro ficou que não haverá um cessar-fogo com o regime de Assad.
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