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Operação para endireitar Costa Concordia adiada por algumas horas

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Operação para endireitar Costa Concordia adiada por algumas horas

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Condições metereológicas menos favoráveis do que o previsto, com algumas tempestades, levaram a Proteção Civil italiana a adiar, por algumas horas, a operação para endireitar o Costa Concordia, naufragado junto à ilha de Giglio há mais de um ano e meio.

A proeza inédita – orçada em mais de 600 milhões de euros – deve ter início ainda esta manhã.

Francesca Maffini, porta-voz da proteção civil, explica que “haverá três fases principais: a primeira é separar o navio do recife, depois ele deve começar a rodar e finalmente irá assentar na plataforma”.

Se a operação for bem-sucedida, serão depois precisos vários meses para preparar o paquete para ser rebocado para outro local e posteriormente desmantelado.

O chefe de Proteção Civil italiana, Franco Gabrielli, precisou que “só quando o navio estiver seguro é que começarão as buscas pelas últimas duas vítimas, para permitir que as famílias – uma italiana e a outra indiana – recuperem os corpos dos seus próximos”.

O naufrágio do Costa Concordia, a 13 de janeiro de 2012, com 4229 pessoas a bordo, fez 32 mortos. Dois dos corpos nunca foram recuperados.

Um dos riscos da operação desta segunda-feira é a poluição daquela que é considerada a maior reserva marinha da Europa.