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ONU tem "provas flagrantes" do uso de armas químicas na Síria

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ONU tem "provas flagrantes" do uso de armas químicas na Síria

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A ONU tem “provas flagrantes” do uso de gás sarin no massacre de 21 de Agosto perto de Damasco.

É a conclusão do relatório dos peritos internacionais que estiveram no local do ataque, junto à capital síria, e que será hoje tornado público oficialmente pelo secretário-geral das Nações Unidas.

Na primeira página do relatório, pode ler-se que “foram usadas armas químicas numa escala relativamente grande” durante o conflito sírio, nomeadamente “contra civis, incluíndo crianças”.

O documento não indicará, no entanto, se a responsabilidade do uso deste tipo de armas recai sobre o regime ou os rebeldes.

Em Genebra, o presidente da comissão de inquérito da ONU sobre violação dos Direitos Humanos na Síria, Paulo Pinheiro, afirmou esta segunda-feira que as Nações Unidas está a investigar “14 alegados casos de ataques com armas químicas”.