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Comunidade internacional debruça-se sobre República Centro-africana

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Comunidade internacional debruça-se sobre República Centro-africana

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A comunidade internacional agendou uma reunião em Nova Iorque, à margem da Assembleia Geral das Naoes Unidas, no final deste mês para debater mais reforços para a Republica Centro-africana, onde a guerra civil parece ganhar fôlego.

Entretado os reforços já previstos, começaram a chegar mas o contingente pan-africano de 3600 soldados so ficará totalmente operacional em janeiro.

Os combates dos últimos dias entre as forças leais aos rebeldes Seleka, agora no poder, e os apoiantes do presidente François Bozize, deposto em Março, deixaram um rasto de sangue, em especial na região de Bossangoa.

Há relatos de crimes de guerra. “Ficámos na nossa quinta porque estes homens dos Seleka estavam para todos os lados. Eles entraram no nosso terreno, o meu ficou assustado e começou a correr. Eles apanharam-no e mataram-no”, afirma um homem.

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os refugiados teme o pior. A nova onda de violência provocou inúmeros deslocados. O ACNUR estima que desde dezembro o conflito provocou um total de 200 mil pessoas deslocadas.