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Legislativas alemãs: o ataque é a melhor defesa


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Legislativas alemãs: o ataque é a melhor defesa

Na contagem decrescente para as legislativas alemãs, os liberais do FDP concentram as atenções nos indecisos e naquilo que ficou por fazer. Para o candidato do partido o ataque é a melhor defesa.

“A alternativa à coligação com as cores preta e amarela são os sociais-democratas, a Esquerda e os Verdes. Imaginem um governo com Sigmar Gabriel como chanceler e Jurgen Trittin como ministro das Finanças. Não é realista” afirma o candidato Rainer Bruederle do SPD

A campanha dos Verdes está a ficar pela posição assumida por um dos líderes do partido na década de 80: a descriminalização da pedofilia nos casos em que não houvesse violência ou ameaça de força.

Em queda nas sondagens, os Verdes surgem creditados com 8 por cento das intenções de voto. A formação pode mesmo perder terreno para o partido Die Linke. A Esquerda propõe o pagamento de mínimo de 10 euros por hora a todos os trabalhadores e o regresso a casa dos militares envolvidos em missões internacionais. Para o Die Linke, os sociais-democratas precisam de uma lição.

“Só há uma forma do SPD voltar a ser um Partido social-democrata: votar no Die Linke. Lamento, mas esta é a única maneira de os educar” refere Gregor Gysi do Die Linke.

A ganhar terreno estão, também, os eurocéticos da formação AfD. O partido anti-euro Alternativa para a Alemanha acredita que vai ultrapassar a barreira dos cinco por cento para chegar ao parlamento.

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