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Ativistas da Greenpeace arriscam-se a ser julgados por pirataria

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Ativistas da Greenpeace arriscam-se a ser julgados por pirataria

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A embarcação Artic Sunrise da Greenpeace arrestada pelas autoridades russas deu entrada no porto de Murmansk e os 30 tripulantes arriscam-se a ser julgados por pirataria. O processo judicial está em curso.

Na quarta-feira dois militantes da Greenpeace – um suíço e outro finlandês – foram interpelados pelos serviços de segurança russos FSB durante uma ação de protesto numa plataforma petrolífera da Gazprom.

No dia seguinte a embarcação Artic Sunrise foi tomada de assalto por comandos e os tripulantes detidos.

A Greenpeace acusa os russos de dispararem tiros de aviso, apontarem armas à cabeça e cortarem as embarcações insufláveis.

O protesto ocorreu naquela que é a primeira plataforma russa “offshore” no ártico, uma região que se pensa conter 13% das reservas mundiais de petróleo e 30 % de gás natural. A plataforma fica próxima de três parques naturais protegidos pela lei russa.

No mês passado, a Greenpeace alertou para o facto da empresa russa Rosneft estar a realizar testes sísmicos com canhões de som, potencialmente mortal para os cetáceos e outra vida marinha.