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A abertura iraniana e o dedo acusador do Brasil

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A abertura iraniana e o dedo acusador do Brasil

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Hassan Rouhani confirmou na Assembleia Geral das Nações Unidas o novo curso diplomático do Irão. O presidente iraniano não se encontrou com Barak Obama, apesar das mensagens de abertura ao reforço do diálogo, mas reuniu-se com o presidente francês François Hollande, um acontecimento inédito desde 2005 entre chefes de Estado dos dois países.

Quem atirou uma lança aos Estados Unidos foi Dilma Roussef. A presidente brasileira abordou a espionagem norte-americana a dirigentes estrangeiros e no mundo. Roussef pediu medidas concretas às Nações Unidas.

“As tecnologias de telecomunicação e informação não podem ser um campo de batalha entre os Estados. Este é o momento para criarmos as condições para evitar que o espaço cibernético seja instrumentalizado como arma de guerra. A ONU deve desempenhar um papel de liderança no esforço de regular o comportamento dos Estados frente a estas tecnologias”, disse a presidente brasileira.

Dilma acusou Washington de violar direitos humanos e a lei internacional. Uma “afronta” ao Brasil pois o país, incluindo a própria presidência, foi espiado. Informações divulgadas por Edward Snowden, o antigo consultor da agência de segurança norte-americana, NSA.