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Ataque no Quénia relatado na primeira pessoa

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Ataque no Quénia relatado na primeira pessoa

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O ataque na capital queniana terminou mas os sobreviventes carregam agora terríveis memórias. Muitos descrevem parte das experiências por que passaram. Um deles afirma que os atacantes o deixaram ir embora. “Eu só lhes pedia para me deixarem tranquilo, pois tinha ficado ferido. Eles depois disseram que não me fariam nada, porque eu já tinha sido alvejado”, diz Syed Ibrahim.

Há quem pense que o ataque podia ter acontecido em qualquer lado e que a reputação do Quénia pode recuperar facilmente.

“Desde que continuemos a dar boas notícias de paz sobre o Quénia. Isto pode acontecer a qualquer altura em qualquer país, como o Reino Unido por exemplo, afirma Shameem Marloo, numa cama do hospital.

Aleem Manji, que perdeu um olho e a mulher foi baleada de raspão na cabeça, dúvida da honestidade religiosa dos atacantes. O casal estava responsável por um concurso de culinária para crianças. “Isto não é o Islão, o Islão é outra coisa. O Islão é paz, irmandade, humanidade. O que eu vi ali não era o Islão e se alguém pensar um minuto que seja, que aquelas pessoas nos representam, então estão errados”.