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Inspetores da ONU voltam à Síria

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Inspetores da ONU voltam à Síria

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Os inspetores das Nações Unidas estão de regresso à Síria esta quarta-feira para completar o mandato e concluírem as investigações sobre o uso de armas química, alegadamente por parte do regime e que fez mais de mil e quatrocentos mortos.

A Rússia criticou duramente o relatório apresentado na ONU na semana passada – os países ocidentais consideraram que o documento aponta claramente a responsabilidade para o presidente Bashar al-Assad.

“Eu acho que todos os lados que sejam partes no presente acordo de Genebra, devem concentrar-se nessa meta, no desarmamento químico da Síria. Porque, às vezes, quando ouvimos algumas declarações dos Estados Unidos, o sentimento é que os Estados Unidos não estão muito interessados nas armas químicas da Síria, eles veem isso como um pretexto para a operação principal que é derrubar o presidente Assad “.

Na sede das Nações Unidas os países empenhados em derrubar o regime de Damasco mantêm a pressão.

Abdulah Gul, Presidente da Turquia lembra que “Este conflito não começou com o uso de armas químicas, nem vai terminar com um acordo para as eliminar. O acordo para destruir arsenal químico da Síria não deve permitir que o regime escape à responsabilidade de todos os outros crimes “.

O número de sírios que se viram forçados a deixar o país durante a guerra civil superou os 2 milhões, enquanto 4 milhões e meio tiveram que deixar as suas casas para viver noutras partes do território.