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Investigações forenses em curso em Nairobi

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Investigações forenses em curso em Nairobi

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Peritos em engenhos explosivos e investigadores forenses têm estado a passar a pente fino os escombros do centro comercial queniano, palco de uma crise de reféns durante 4 dias, Nairobi.

Para já, o número de civis mortos eleva-se a 61, além de cinco guerrilheiros islamitas e seis membros das forças de segurança.

11 suspeitos estão detidos.

O ministro do Interior está convencido de que há poucas hipóteses de haver mais vítimas civis nos destroços. “Começámos agora as investigações forenses para determinar a etnia e outros dados, estejam ou não mais corpos entre os destroços. Estamos convencidos de que haverá um número insignificante de corpos de civis, se de facto houver , à exceção dos terroristas”, declarou.

As autoridades não confirmam a existência de cidadãos norte-americanos ou britânicos no ataque, reivindicado pelas milícias somalis Al Shabab.

Os guerrilheiros, que exigem a retirada das tropas quenianas da Somália, onde lutam ao lado de uma força de manutenção de paz africana, acusam as forças de intervenção de terem usado gás e colocado em perigo a vida dos 137 civis feitos reféns. Negam a existência de mulheres no comando que provocou morte e destruição no centro comercial.

O Quénia vive três dias de luto nacional.