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Putin admite que ativistas da Greenpeace não são piratas

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Putin admite que ativistas da Greenpeace não são piratas

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O presidente russo admite que os ativistas da Greenpeace não são piratas, depois do anúncio de um processo contra o grupo que tentou ocupar uma plataforma petrolífera no Ártico.

A declaração de Putin ocorre no dia seguinte ao Comité de Investigação afirmar que os ativistas poderiam ser acusados de pirataria.

“É perfeitamente óbvio que os ativistas da Greenpeace não são piratas. Formalmente, eles tentaram assaltar a plataforma. As nossas forças de segurança sabiam que eles estavam a tentar ocupar a plataforma sob o disfarce da Greenpeace. Especialmente tendo como pano de fundo os acontecimentos que estavam ocorrendo no Quénia poderia ter acontecido qualquer coisa. “

Putin afirmou, no entanto, que os ativistas “violaram as leis internacionais”.

O grupo, formado por 30 pessoas de diferentes países foi detido e os seus elementos levados para prisões separadas em Murmansk e nas proximidades da cidade.

“Graças a Deus, que Putin é uma pessoa razoável que finalmente admite que essas acusações são injustas no que diz respeito a esta organização internacional não-violenta. Todas as nossas ações são não-violentas, somos pacíficos.”

A acusação de pirataria pode dar até 15 anos de prisão na Rússia.

Moscovo vê estas reservas de combustível fóssil no Ártico como vitais para o futuro de sua economia pelo que qualquer ameaça é encarada com seriedade.