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Paquistão: Ajuda humanitária começa a chegar ao Baluchistão

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Paquistão: Ajuda humanitária começa a chegar ao Baluchistão

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A ajuda humanitária começa a chegar ao Baluchistão, dois dias depois do sismo que abalou o Paquistão.

Dezenas de milhares de pessoas sobreviveram ao abalo – o mais mortífero após o de 2005, em Cachemira, que, na altura, fez 73.000 mortos – mas as casas e as aldeias desta região pobre e afastada ficaram completamente destruídas.

Muitos habitantes da região de Awaran já passaram duas noites ao relento e queixam-se da falta de tendas que os protejam de noite, mas também do sol, durante o dia.

O tremor de terra, com uma magnitude de 7,7 na escala de Richter e epicentro na área de Awaran, fez 350 mortos e mais de 500 de feridos, enviados para os hospitais das regiões vizinhas ou mesmo para Carachi.

Enquanto as equipas de socorro continuam a vasculhar os escombros de Awaran, cientistas e curiosos precipitam-se para ver a ilha que emergiu do oceano, resultado do terramoto. Zalzala Koh, a montanha do sismo, como já foi chamada, deverá, contudo, desaparecer nos próximos meses. Segundo os especialistas é apenas um ilhéu formado por lama vulcânica que acabará por desintegrar-se.

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    Photographer: Irshaad Mastoi/ Anadolu agency