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Rússia acusa 14 ativistas da Greenpeace de pirataria

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Rússia acusa 14 ativistas da Greenpeace de pirataria

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São já 14 os ativistas da Greenpeace formalmente acusados de pirataria pela Justiça russa, crime passível de penas de 10 a 15 anos de prisão.

Segundo a organização ecologista, esta quinta-feira poderão ser feitas novas acusações contra os restantes elementos do grupo de 30 ativistas de 18 países detidos, no passado dia 18, durante uma ação de protesto contra a plataforma petrolífera do gigante estatal russo Gazprom, no Ártico.

O ministério francês dos Negócios Estrangeiros indicou que os países aos quais pertencem os ativistas estão a “concertar-se” sobre a questão.

A Greenpeace denunciou um “atentado ao próprio princípio do protesto pacífico”. Em Berlim, militantes da organização não governamental ocuparam estações de serviço geridas pela Gazprom para exigir a libertação dos colegas.

Quatro elementos da ONG interromperam, esta terça-feira, um jogo da Liga dos Campeões com um enorme cartaz contra a companhia russa, que patrocina a competição, bem como o Schalke 04, uma das equipas em campo.