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Rússia: ativistas desconhecem provas que constam da acusação

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Rússia: ativistas desconhecem provas que constam da acusação

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As autoridades russas acusaram mais 16 ativistas da Greenpeace de pirataria. Os militantes integram o grupo de 30 detidos há duas semanas durante um protesto contra a exploração de petróleo no Ártico.

14 tinham sido já formalmente acusados pelo mesmo crime punível com uma pena que pode chegar a 15 anos de prisão.

Oriundos de mais de uma dezena de países, muitos ativistas desconhecem as provas que constam da acusação

“A acusação da minha cliente ainda não foi traduzida para dinamarquês. Isto constituiu uma violação da lei já que a pessoa foi detida e não sabe porquê”, afirma Aleksandra Ostrovskaya, advogada da ativista Anne Mie Roer Jensen.

O caso está a ganhar dimensão internacional e o Basileia, clube suíço que defrontou o Schalke 04 – patrocinado pela Gazprom – pode ser mesmo sancionado pela UEFA. Em causa o protesto desta terça-feira durante um jogo da Liga dos Campeões.

Quatro ativistas entraram em campo e mostraram cartão vermelho ao gigante russo.

A UEFA considera que o protesto só foi possível devido à má organização do evento.