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Holanda sai em defesa de ativistas da Greenpeace

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Holanda sai em defesa de ativistas da Greenpeace

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A Holanda vai avançar com uma ação judicial contra a Rússia para libertar os ativistas da Greenpeace.

Acusados de pirataria, os militantes foram detidos em setembro durante um protesto contra a exploração petrolífera no Ártico e incorrem numa pena que pode chegar aos 15 anos de prisão.

A organização não-governamental aplaude a decisão do governo holandês e desafia outros países a seguir o exemplo.

Entre os detidos está um fotógrafo e um repórter de imagem que na altura faziam a cobertura do protesto. Profissionais indiciados pelo mesmo crime, tal como os restantes 28 ativistas de mais de uma dezena de nacionalidades.

“É muito importante saber que temos o apoio de muitos jornalistas. Talvez porque esta situação pode voltar a acontecer com outros profissionais”, afirma Alina Sinyakova, mulher de Denis Sinyakov.

À procura de apoio de países como a França está a Greenpeace. A organização pede ao chefe de Estado que convoque o embaixador da Rússia no país e denuncie aquilo a que chama de “ataque contra as ações pacíficas.” O mais grave, segundo a Greenpeace, desde 1985.

O Presidente russo reconhece que os ativistas não são piratas, mas fala de uma violação da lei internacional.