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Quando o local se torna global

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Quando o local se torna global

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Num mundo globalizado, para competirem no mercado de trabalho, os jovens precisam, muitas vezes, de uma aprendizagem a nível internacional. Mas manter as suas raízes também é importante. Como é que os estudantes podem equilibrar a experiência internacional com a preservação de sua própria identidade e cultura?

Alemanha: Encontro plurilinguístico

Aprender novas linguagens é uma forma de explorar outras culturas mas a língua mãe é um elemento vital para a identidade cultural. Na Alemanha, numa escola do primeiro ciclo, há crianças de mais de 20 nacionalidades diferentes. Numa das turmas as aulas são em português e alemão. Nestas salas de aula o importante é a partilha intercultural a partir de uma idade muito jovem. Tolerância e respeito mútuos são as palavras-chave.

Dinamarca: Ensino de nível internacional

Na Dinamarca, um curso universitário, recém-lançado tem como objetivo licenciar pessoas para competirem além-fronteiras. 30 estudantes de todo o mundo participam numa pós-graduação em Antropologia da Educação e da Globalização. O programa de dois anos, da Universidade de Aarhus, tem o seu foco na educação e no ensino em diferentes contextos, através das fronteiras físicas e culturais, mas também questiona conceitos, como a chamada “economia do conhecimento global”.

Guatemala: Do local ao global

Santa María de Jesús é uma aldeia remota nas montanhas da Guatemala onde a recente construção de uma escola veio dar aos alunos as ferramentas necessárias para terem sucesso num mundo globalizado. As novas tecnologias estão a contribuir muito para a aprendizagem. A escola tem computadores de secretária e todos os alunos podem ligar-se à internet. Assim, as crianças entram em contacto com as grandes questões do planeta mas não esquecem a história e os valores locais.