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Greenpeace considera recorrer a Tribunal Europeu para libertar os ativistas presos na Rússia

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Greenpeace considera recorrer a Tribunal Europeu para libertar os ativistas presos na Rússia

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A Greenpeace está a pensar recorrer ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos para tentar a libertação dos militantes que foram presos na Rússia, em setembro, depois de tentarem escalar uma plataforma da Gazprom, no Mar de Barents, num protesto contra a exploração petrolífera no Ártico.

A organização ecologista denunciou ainda, esta segunda-feira, as condições de detenção dos seus 30 militantes e colaboradores como “desumanas”.

O advogado da Greenpeace afirmou que “muitos dos detidos têm problemas de saúde”. Sem querer “revelar os nomes e os problemas que têm”, Serguei Golubok considerou que “nenhum está a receber cuidados médicos apropriados”.

A ONG divulgou também uma carta do mecânico chefe do quebra-gelo da Greenpeace que pede para poder ocupar-se do ‘Arctic Sunrise’, dado o risco do barco afundar-se.

O navio da Greenpeace foi tomado de assalto pelas autoridades russas, que o rebocaram para o porto de Murmansk e colocaram os 30 membros da tripulação em prisão preventiva durante dois meses, acusados de “pirataria em grupo organizado”.

Segundo alguns analistas, a tripulação será julgada e condenada, para servir de exemplo para o futuro, mas Vladimir Putin deverá amnistiar os ativistas, dado pertencerem a uma grande organização internacional.