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Estados Unidos: o pior está para vir

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Estados Unidos: o pior está para vir

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Uma semana após o início da paralisia parcial do governo federal dos Estados Unidos e oito dias antes do prazo para um possível incumprimento, Barack Obama pede aos seus adversários republicanos para votarem o orçamento e elevar o teto da dívida.

O presidente mostrou disponibilidade para negociações uma vez a votação concluída.

“Logo que o Congresso vote para reabrir o governo, ele tem que votar para cumprir os compromissos do nosso país – pagar as contas. Seria imprudente manter a paralisação do governo e a paralisação económica, seria dramaticamente pior”.

A seguir ao dia 17 de Outubro e na ausência de um aumento do teto da dívida legal, (atualmente 16,700 mil milhões de dólares) pelo Congresso, o país fica sem acesso aos mercados para a compra de títulos e não poderá reembolsar determinados credores.

John Boehner líder da oposição ataca: “O que o presidente disse foi se houver rendição incondicional pelos republicanos, ele vai sentar-se e dialogar”.

Reguladores financeiros reuniram-se de emergência para avaliar os perigos levantados pelo braço-de-ferro no Congresso.

Uma crise semelhante havia ocorrido no verão de 2011. O episódio custou aos EUA uma degradação da dívida soberana pela Standard and Poors e uma agitação nos mercados internacionais.