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50 anos sem Piaf

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50 anos sem Piaf

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Da “vida cor de rosa” (“La vie en rose”) ao “eu não lamento nada” (“je ne regrette rien”) Paris celebra os 50 anos do desaparecimento da cantora conhecida, em França, como “la môme” (a rapariga).

Edith Piaf morreu há meio século, mas tanto no top de vendas internacionais como na sua campa do cemitério Pére-Lachaise, em Paris, o mito sobrevive.

“Toda a gente conhece Piaf, mesmo aqueles que não falam francês”, afirma uma fã da cantora.

“Quando descobri Edith Piaf fiquei apaixonado pela sua personalidade. Li muitos livros, gastei muito dinheiro para comprar os seus discos, para aprender, para poder conhecer melhor esta mulher”, afirma outro admirador da cantora.

Até domingo, Paris recorda a cantora que transformou a sua vida difícil em canções, das ruas da capital, ao palco do conhecido Olímpia ou na cena internacional.

Uma missa de homenagem, ontem, e vários concertos até domingo deverão recordar canções inesquecíveis da pequena grande diva da canção francesa.