Última hora

Última hora

FMI e Banco Mundial abordam desafios

Em leitura:

FMI e Banco Mundial abordam desafios

Tamanho do texto Aa Aa

Os desafios da luta contra a pobreza e de relançamento do crescimento económico centram as atenções dos dirigentes do Banco Mundial e do Fundo Monetário Mundial (FMI), na reunião anual conjunta em Washington.

Na luta contra a pobreza há ainda muito a fazer. O Banco Mundial diz ser necessário a acelerar o programa para atingir o objetivo de 3% fixado para 2030. Hoje, 18% da população mundial vive na pobreza extrema.

O contexto económico dificultou a luta contra a pobreza e, cinco anos depois da crise financeira, Jim Yong Kim, presidente do Banco Mundial, adianta: “Continuamos num período de incerteza. Este ano assistimos a uma desaceleração do crescimento nos Estados Unidos, Europa e Japão. Mas notamos também que é a primeira vez, em muitos anos, que as três economias avançam na boa direção”.

Para o Fundo Monetário Internacional a recuperação da zona euro é considerado um “enorme desafio”, que um membro da instituição comparou ao “cubo de Rubrik”, devido à complexidade da situação.

Segundo Christine Lagarde, diretora geral do FMI, “a crise deixa como legado o baixo crescimento e pouco emprego. A maior parte do nosso trabalho centra-se nas reformas para promover a competitividade, o crescimento e o emprego. É correto? Isso, claro, toca o primeiro dos nossos artigos, que incorpora a preocupação com o emprego no nosso mandato”.

A fragilidade da retoma da união monetária, garante o FMI, deve-se ao elevado nível de desemprego e às dificuldades de acesso ao crédito bancário, sobretudo, nos países periféricos. O FMI reitera o pedido de reformas estruturais.