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Acordo entre governo e rebeldes sírios permite libertação de reféns turcos e libaneses

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Acordo entre governo e rebeldes sírios permite libertação de reféns turcos e libaneses

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Os dois pilotos turcos raptados em Agosto no Líbano chegaram, esta noite, ao aeroporto de Istambul, na sequência daquele que parece ser o primeiro acordo internacional desde o início da guerra civil na Síria. Os dois turcos tinham sido sequestrados em Beirute pelos familiares de um grupo de libaneses raptados na Síria.

Acolhido pelo primeiro-ministro turco, um dos pilotos, Murat Akpinar garante, “não fomos mal tratados, não sofremos qualquer violência física ou verbal. Se tal tivesse acontecido não estaríamos aqui hoje”.

A libertação dos dois homens ocorre depois do grupo de peregrinos libaneses, raptados em Abril na Síria ter regressado, por sua vez a Beirute. A troca de reféns ocorre graças às negociações entre as autoridades da Turquia, Líbano, Qatar e Síria. Ao contrário dos turcos, os libaneses afirmam ter sido mal tratados pelos rebeldes, que os terão confundido com membros do Hezbollah, aliados de Damasco.

“Graças a deus, não posso dizer mais nada do que agredecer a deus e a todos os que trabalharam para conseguir a minha libertação e a dos meus camaradas”, afirmou Rabih Saleh, um dos reféns, à chegada ao aeroporto de Beirute.

O acordo com os rebeldes inclui como contrapartida a libertação de 200 prisioneiros políticos das cadeias sírias, embora até ao momento não haja qualquer informação sobre se Damasco terá cumprido a sua parte do acordo.