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Geórgia: O fim da era Saakashvili


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Geórgia: O fim da era Saakashvili

10 anos depois de muitos sonhos e promessas, a Revolução Rosa murchou e o homem que dirigiu a Geórgia durante a última década prepara-se para sair de cena no estado de “cadáver político”, segundo afirmou o seu grande rival e atual primeiro-ministro, a poucos dias das presidenciais para eleger o sucessor de Mikhail Saakashvili.

Nem o presidente, por causa da limitação de mandatos, nem o multimilionário chefe do executivo, concorrem à presidência. O candidato do governo, Georgy Margvelashvili, mantém como “objetivo” para a Geórgia, a “integração na Europa e nas estruturas transatlânticas” (leia-se na NATO), mas “ao mesmo tempo” quer melhorar as relações com a Rússia.

O candidato da coligação ‘Sonho Georgiano’ é o favorito nas sondagens com 39% das intenções de voto contra 18% para o candidato do partido de Saakashvili, David Bakradze.

As presidenciais deste domingo marcam o início de uma nova era para a estratégica antiga república soviética do Cáucaso que continua à procura de um difícil equilíbrio nas suas relações com o Ocidente e a Rússia.

Terceira nas intenções de voto, Nino Burjanadze é uma antiga companheira de armas do presidente cessante que agora considera que “Saakashvili deve ser investigado” sobre diversos temas, como a guerra de 2008 com a Rússia, “as torturas nas prisões e as pressões e tentativas de intimidação dos opositores políticos”.

Saakashvili já começou a fazer as malas e prepara-se para sair de cena pela porta pequena, criticado mesmo dentro do partido num país onde, após anos de forte crescimento, o PIB avançou apenas 1,5% no segundo trimestre de 2013 contra 8,2% em igual período do ano passado.

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