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Presidenciais em Madagáscar para pôr fim à crise

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Presidenciais em Madagáscar para pôr fim à crise

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Madagáscar busca uma saída para a crise política e económica. 7,8 milhões de eleitores foram chamados às urnas esta sexta-feira para eleger um chefe de Estado e pôr fim ao interregno dos últimos quatro anos.

Em 2009 Andry Rajoelina depôs o presidente Marc Ravalomanana na sequência de um movimento popular apoiado por militares. A revolta contra a corrupção que grassava no anterior governo acabou por não dar frutos na ilha do oceano Índico. O investimento estrangeiro e a ajuda internacional secaram nos últimos quatros anos e a pobreza acentuou-se.

Rajoelina, que assegurou o chamado período de transição, não se apresenta como candidato, nem manifestou o apoio oficial a nenhum dos 33 pretendentes. Os resultados provisórios deverão ser anunciados até ao dia 8 de novembro.