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EUA ponderam operações de inteligência

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EUA ponderam operações de inteligência

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No meio do escândalo de espionagem que agita os Estados Unidos a Casa Branca admite que deve ponderar melhor os riscos e os benefícios das operações de inteligência em relação aos cidadãos e governos estrangeiros.

As recentes revelações sobre as escutas americanas em países aliados – consequência das revelações de Edward Snowden – levaram os líderes europeus a exigir um novo acordo sobre a captação de informações com o objetivo de preservar as boas relações com os Estados Unidos e manter a luta contra o terrorismo.

Claude Moraes, Membro do Parlamento Europeu comenta:

“A confiança tem de ser reconstruída. Precisamos descobrir por que esse tipo de atividade de vigilância em massa está a ocorrer e que tipo de confiança precisa para ser reconstruída”.

Numa resposta mais completa e detalhada às acusações de espionagem, a Casa Branca indicou que o facto de o governo contar com conhecimentos técnicos para realizar determinadas missões de espionagem, não significa que elas devam ser feitas.

O discurso de Carney, porta-voz da Casa Branca não deixa claro, entretanto, se o governo vai restringir algumas operações de espionagem.

Carney destacou que as escutas americanas devem se concentrar, principalmente, nas ameaças aos americanos, insinuando um reconhecimento por parte do governo de que escutas as atividades de espionagem dos Estados Unidos passaram dos limites.